Coluna ‘Dicas de Filmes’

PostHeaderIcon [Trailer] A Saga Crepúsculo: Eclipse

Estréia Mundial: 30/06/2010

Sinopse:

A Saga Crepúsculo: Eclipse [The Twilight Saga: Eclipse, EUA, 2010], com Kristen Stewart, Robert Pattinson, Taylor Lautner. No terceiro capítulo da saga Crepúsculo, lobisomens e vampiros devem trabalhar juntos para expulsar um grupo de vampiros maus das redondezas. No romance de Edward e Bella, Jacob surge como um empecilho, quando deixa claro que tentará conquistar a moça. Direção de David Slade. Estreia prevista para 30 de junho © Paris.

Postei por que adoro este filme. Mentira, foi a pedido da nossa colaboradora Daiana.

PostHeaderIcon Veja as obras que Avatar é acusado de plagiar

Depois que Avatar virou sucesso de bilheteria, pipocaram associações criativas – e até bem humoradas – com outros filmes, livros, pinturas e quadrinhos. Nessa brincadeira, James Cameron é “acusado” de plagiar Smurfs e até Coração Valente. Mas algumas fontes podem de fato ter inspirado o diretor enquanto idealizava Avatar. Confira as que selecionamos:

Fotografia: pinturas de Roger Dean

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Quem quiser dar uma olhadinha em uma galeria de fotos do artista, famoso por ilustrar capas de álbuns de rock, não vai conseguir negar as semelhanças. As montanhas flutuantes e a vegetação retorcida e colorida são apenas alguns dos detalhes praticamente idênticos. Quando perguntado a respeito pela Entertainment Weekly, James Cameron achou graça. Disse que deve ter sido influenciado por Dean “naqueles tempos em que eu costumava fumar maconha”.

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Personagens: os quadrinhos Timespirits

Nós também nos perguntamos se Cameron não era fã dos quadrinhos de Tom Yeates, o Timespirits (espíritos do tempo). As HQs de 1985 tinham uma heroína azul de similaridades assustadoras com Neytiri. Sem contar que o enredo também fala de maneira muito simpática dos índios americanos – de estilo de vida e aparência não muito distantes dos Navi de Cameron.

Se ele era mesmo leitor de Timespirits, não deu ainda o crédito aos quadrinhos. A explicação de Cameron para a cor azul dos personagens é muito mais “filosófica”. “Com que diferenças podemos  lidar sem que isso se torne uma barreira? A cor da pele é um bom exemplo, e também um grande tema, porque é obviamente um tópico controverso no nosso planeta. E todos os tons quentes – dos pálidos e rosados canadenses aos belos tons amarronzados – já estavam tomados. Nos restavam o azul e o verde basicamente – e o verde já havia sido apropriado por todos os filmes sobre marcianos. Então, nos decidimos por grandes mulheres azuis, no lugar dos pequenos homens verdes”.

Enredo: Pocahontas

Essa é talvez a associação mais corriqueira – e não é difícil entender o porquê. O mocinho de um lugar distante chega com intenções de se aproveitar dos nativos até que ele se apaixona pela filha do chefe da tribo, justo ela que é comprometida com um guerreiro local do qual não está lá tão afim. Por meio dela, o mocinho entra em contato com a natureza, vira mais ecológico e se vira contra os antigos amigos malvados para lutar a favor do povo. Coincidência ou Plágio? Sei lá, pessoalmente eu considero díficil comparar um desenho animado com a maior superprodução do cinema mundial.

Roteiro: o filme “Dança com Lobos”

Dessa fonte com certeza James Cameron bebeu – e admitiu. “Eu apenas recolhi todo este material e em seguida, o olhei através das lentes da ficção científica e o filme saiu muito diferente. Mas ainda é reconhecível como uma maneira universal de contar histórias”, disse.

O que os dois filmes tem em comum? Claro, o mocinho que entra pro time dos nativos e luta contra seu próprio exército. Roteiro não muito diferente de Pocahontas, clichê ? Mas tambem, todo mundo se inspira em algo para criar algo..

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Argumento de ficção científica: o livro “Call me Joe”

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O blog IO9 é dono da engenhosa suposição. A novela de Poul Anderson, escrita em 1957, tem muito em comum com Avatar – a começar pelo protagonista, Ed Anglesey, que também é paraplégico. Aqui o planeta a ser explorado é Júpiter e, para contornar as dificuldades que o ambiente hostil a seu corpo impõe, Anglesey se conecta telepaticamente a uma criatura criada artificialmente. Assim como Jake Sully, Anglesey se liberta em seu avatar e vai se tornando cada vez mais nativo, conforme ganha intimidade com seu novo corpo. Plágio ou não, a lei de direitos autorais não foi violada neste caso, afinal, ninguém pode plagiar uma ideia – e provar que controlar corpos com a mente foi ideia sua seria um trabalho bem difícil, não?

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Texto adaptado daqui.

PostHeaderIcon Phoonk 2

Você já imaginou ganhar 7 mil libras (cerca de 19.600 reais) para assistir um filme? Pois é, um cineasta maluco da Bollywood decidiu propor um desafio para a galera indiana. O desafio se resume simplesmente em assistir o filme até os créditos. Durante o filme uma câmera ficara voltada para o rosto da pessoa para garantir que ela não de aquele famoso migué de fingir que está assistindo e um equipamento para monitorar seu batimento cardiáco.

O desafio deve começar no dia 10 de março no site oficial Phoonk 2 e será aberto para todas as pessoas que morem em território indiano e tenham entre 18 e 60 anos.

Sinceramente, assistindo ao trailer não vi nada demais, parece mais com um daqueles filmes japoneses de espiritos do mal.

PostHeaderIcon Toy Story 1 em 3D

Toy Story, o primeiro longa-metragem totalmente animado por computador, tem como protagonista o boneco caubói Woody. Toda vez que Andy – o dono dos brinquedos – está fora do quarto, Woody se gaba de seu status de brinquedo predileto do garoto. Sua supremacia é desafiada pelo patrulheiro do espaço Buzz Lightyear, que acredita ser real e não apenas um brinquedo. A rivalidade entre Woody e Buzz segue divertida até a primeira metade do filme, mas, quando os brinquedos de Andy são ameaçados pelo vizinho – um garoto que transforma seus brinquedos em mutantes -, eles unem suas forças para saírem salvos.

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Lembrando, o filme está sendo relançado em 3D:

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Ficha Técnica

Diretor: John Lasseter

Elenco: Vozes na versão original: Tom Hanks, Tim Allen, Don Rickles, Jim Varney, Wallace Shawn, Bill Farmer.

Produção: Bonnie Arnold, Ralph Guggenheim, Steven Jobs

Roteiro: John Lasseter, Joel Cohen, Joe Ranft, Alec Sokolow, Joss Whedon

Fotografia: – animação -

Trilha Sonora: Randy Newman

Duração: 80 min.

Ano: 1995

País: EUA

Gênero: Infantil

Cor: Colorido

Distribuidora: Disney

Estúdio: Walt Disney / Pixar

Classificação: Livre

PostHeaderIcon Cinema VIP

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Não há coisa pior do que estar assistindo a um filme no cinema e ser surpreendido com chutes vindos da poltrona de trás ou ter que se espremer na cadeira para dar passagem a alguém que quer ir ao banheiro. Essas situações, tão comuns na vida dos cinéfilos, chegaram ao fim para quem for às recém-inauguradas salas Premier do Cinemark, no Shopping Cidade Jardim (Garden City Shopping), na zona oeste de São Paulo.

É bem verdade que tudo na vida tem seu preço, e o desse tipo de conforto, deve-se dizer, não é nada barato. O ingresso vai de R$ 35 (quarta) a R$ 46 (sexta a domingo e feriados), mais que o dobro do que se paga na maioria dos complexos da cidade.

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Poltronas com mesinha

Ainda assim, a experiência de assistir a um longa-metragem numa sala tão diferente é, no mínimo, peculiar. As poltronas são largas e acolchoadas, com braços superconfortáveis. As fileiras são distantes uma da outra, o que torna impossível deixar de ver as imagens ou ler as legendas por causa de alguém muito alto. Entre as cadeiras há espaço o suficiente para que as pessoas passem sem esbarrar uma na outra. E, não bastasse tudo isso, a cadeira ainda possui três equipamentos muito úteis: uma mesinha retrátil, uma alavanca para que ela recline (!) e um botãozinho para chamar um atendente e pedir uma pipoca ou, quem sabe, um espumante.

Sim, o cardápio deste cinema não é nem um pouco tradicional. A pipoca pode ser servida com cobertura de azeite trufado e o café tem sabores diversificados.

Com som e imagem de qualidade bem razoável, a sala deixa o melhor home theater no chinelo. Afinal, a poltrona reclina tão bem que é possível assistir ao filme praticamente deitado.

- Pretendemos, com essa forma de vivenciar o cinema, oferecer ao público uma experiência única. Queremos que o cliente se sinta privilegiado desde o atendimento na bilheteria exclusiva até o serviço de bar entregue diretamente nas poltronas – afirma Marcelo Bertini, presidente da Rede Cinemark no Brasil.

O cliente pode até se sentir privilegiado, só resta saber se o bolso dele vai achar o mesmo.

Fonte

PostHeaderIcon Colunas Criadas

Como todos podem ver, na barra lateral temos 5 novas colunas.

Só para esclarecer as imagens, cada coluna eu escolhi uma imagem que representasse bem o assunto em questão.

Em Baladas, a imagem é do DJ Tiesto em um de seus shows.  Em Teste Psicotécnico a imagem é da Megan Fox, preciso explicar por que ?

Em Dicas de Filmes a imagem é do Sr. Madruga, naquele episódio que ele usa uma câmera com uma capa preta, lembram ?

Em piadas, já reclamaram do Sérginho Malandro, mas o cara é muito bom, e o Stand Up dele é muito engraçado. Na Sessão Nostalgia, a imagem é de um brinquedo chamado Pega-Peixe, e é da minha infância, por isso escolhi. (:

Obrigado a todos que deram opinião, as colunas que não foram escolhidas não foram descartadas, é que é muito conteúdo de uma só vez, não dariamos conta. Mas aguardem novidades.

E é isso, espero podermos alimentar todas as colunas com frequência belê ?

abraaaço :P

PostHeaderIcon Sean Connery

PostHeaderIcon Esse é o cara!

Vi lá no Treta.

PostHeaderIcon Karate Kid – Trailer Oficial

PostHeaderIcon Considerações sobre Crepúsculo…

Caras, é um fato: “Crepúsculo” é um shojo (mangás voltados para o público feminino) em live action na literatura. Confuso? Ok, alguns exemplos:

Em animes para crianças, de preferência os personagens devem ser de classe média para cima (partindo mesmo do princípio de que ninguém quer ver pobre nas animações…) .

Em “Crepúsculo”, Bella espera ganhar um carro e até ganha do pai uma lata velha estilo cult, à espera da visita do Luciano Huck. Entretanto, ela tem computador, acesso à internet, sai pra jantar fora com as amigas, vai a livrarias comprar livros (certo, lá nos EUA livro é mais barato do que aqui, mas isso demonstra um grau de cultura da personagem já um pouco mais acentuado); em outras palavras: ela não é rica, mas também está longe de ser pobre.

Um personagem deve identificar o problema, mas não saber como colocar a solução em prática. Outro personagem saberá como colocar a solução em prática, mas alguém deve lhe ajudar a identificar o problema.

Bella sempre sabe quais os problemas, mas não sabe como resolvê-los (ou não tem coragem de fazê-lo). Edward nunca sabe direito o que tem de ser feito (eu a amo, eu a deixo, eu a transformo, eu a troco por Sookie…), mas quando identificado um problema, ele vai lá e resolve (enganar o pai de Bella, impedir assalto, caçar rastreadores…).

d) Tire o personagem de um mundo normal e jogue-o em um mundo alienígena para ele.

Ok, Bella não entra em nenhum portal. Mas trocar Phoenix por Forks foi como entrar em um portal na Pedra da Gávea e sair no planeta Canis 2-b.

c) Não use palavrões. Nem palavras de baixo calão. Nunca.

Alguém acredita que um dia Edward irá dizer um mísero f@#k? Mas nunca, nem quando ele crescer…

d) Não mostre sangue.

É por isso que em animes pra crianças se dá preferência a se destruir robôs ou alienígenas do que seres humanos. “Crepúsculo” provavelmente é o romance de vampiro com menos sangue da história da literatura. Como disse o próprio Vianco na Bienal do RJ desse ano: “A minha impressão é a de que se o Edward ver sangue, ele desmaia…”.

d) Evite referências sexuais.

Aqui é a parte mais interessante. O sexo em “Crepúsculo” (ou a falta dele…).

O sexo e o terror/horror sempre estiveram muito próximos (aliás, também dá pra fazer um post só sobre isso), e abordados de maneiras diferentes. Mas em todas as obras sempre havia uma relação: o sexo no horror nunca foi seguro. Isso vai desde a relação sadomasoquista dos cenobitas de Clive Barker até os peladões que sempre morrem primeiro nas mãos de Jason.

Entretanto, “Crepúsculo” revoluciona isso (se você quiser chamar assim). Porque ali não; ali o sexo é seguro! Mesmo porque não há sexo, ou ao menos não há a conotação de sexo!

O que Edward e Bella possuem (seja lá o que for), bom… não engravida nem infecta através de doenças sexualmente transmissíveis.

Diabos, podem colocar uma maçã na capa simbolizando a tentação do pecado de Eva, as referências sexuais do livro de fato sempre envolvem cores e metáforas que não preocupariam nenhum pai.

- Quais são as suas intenções com a minha filha? – qualquer pai poderia perguntar a Edward, olhando-o de lado.

- Ah, não se preocupe; são as melhores. Nós só planejamos encarar de maneira extasiante o entardecer, corrermos livres pela floresta e brilharmos como purpurina um pouco…

Sacaram a coisa? Não? Então agora acesse todo o conteúdo do post, com começo meio e fim lá no Sedentário, isso foi só uma pitadinha do genial Post do Raphael Draccon.

Que vontade de deixar esse post fixo. =)

Aquele post..
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